Os mototaxista de Valença realizaram na manha desta quarta-feira (02), uma manifestação pelas ruas da cidade para chamar atenção das autoridades para os problemas que atinge a categoria. Os mototaxistas lutam para que a prefeitura regulamente a profissão como forma de regularizar as atividades da categoria que hoje vivem sem nenhuma garantia de trabalho.
Um grupo de cerca de 20 mototaxistas se reuniram com o comandante da 2º Cia de Policia tenente Antônio Santos, com a promotora Drª. Raquel Castelo Branco e com a presidenta da câmara vereadora Ielva Melão. Na policia e no Ministério Publico os mototaxistas ouviram que a solução para o problema está na aprovação do código de transito, que foi enviado para a Câmara Municipal pela prefeitura em novembro do ano passado.
Já a presidenta Ielva Melão explicou que o código em questão irá beneficiar não aos mototaxistas e sim a população de um modo em geral. Ela entregou aos manifestantes a Lei 931, de 05 de outubro de 2001, que institui o Sistema de Transporte e Prestação de Serviços, através de motocicletas em Valença do Piaui.
A presidenta explicou que o que falta é apenas a prefeitura regulamentar o a Lei 931 aprovada ainda na gestão do ex-prefeito Jarbas Matias e que nunca foi regulamentada pelo Executivo. Os mototaxistas explicaram para as autoridades que a única coisa que a prefeitura está seguindo na Lei 931 é a exigência de pagamento de Alvará. Os mototaxistas terminaram o ciclo na prefeitura municipal, mais nem o prefeito e nem o chefe de gabinete estavam na prefeitura municipal para recebê-los.
Nos próximos dias serão realizadas outras manifestações como explicou um dos lideres do movimento Francisco Remildo “Já havíamos nos reunidos com a prefeitura e o Ministério Publico que nos informaram que tudo dependia da aprovação do código de transito e agora somos sabedores que o tal código não contempla nossa categoria, vamos agora pedir a regulamentação da Lei 931, que nos obriga a pagar o Alvará anualmente, queremos que os outros parágrafos dessa lei seja cumprido” disse.
Entre as reivindicações da categoria estão à padronização das motos e as ferramentas capazes de coibir a entrada de pessoas estranhas a categoria “Estamos dispostos a arcar com os custos dessa regularização, desde que os órgãos nos assegure nossos direitos” concluiu Remildo.