Durante a sessão realizada nesta terça-feira, 18, na Câmara Municipal, os vereadores fizeram muitas críticas à falta de segurança pública pela qual passa Castelo do Piauí.
O vereador Milton Maia (PRTB) tocou no assunto dizendo que a saída de Castelo do Piauí do ex-delegado Borges foi por motivo político e que com sua ausência aumentou a insegurança no município.
Marcone Soares (PSB) comentou a falta de segurança frisando que embora milite na oposição não pode ficar sem criticar a segurança pública do município. Disse que concorda que a Câmara de Castelo deve procurar junto ao Governo do Estado um meio para sanar o problema.
Raimundinho Mineiro (PSB) disse que a oposição nunca pediu a saída do ex-delegado Borges, mas que ele mesmo pediu sua exoneração do cargo por motivos familiares e que chegou a afirmar esse motivo numa entrevista na rádio AM Cidade.
O vereador Neirane (PSDB) citou um caso particular ocorrido no dia anterior, onde um usuário de drogas invadiu a casa do seu sogro Cidoca Mineiro querendo esconder-se da polícia. O vereador disse que embora tenha sido aumentado o contingente a cidade continua insegura, sugerindo que a Câmara enviasse ofício às autoridades competentes expondo o problema.
O presidente da Câmara, vereador Raimundo Soares do Nascimento Júnior (PMDB) disse que enviará ofício ao Coronel Rubens da Polícia Militar solicitando informações sobre a criação do GPM em Castelo do Piauí. Acrescentando seu comentário sobre o assunto, disse que onde existe violência é porque já existe o domínio das drogas e o traficante é quem está comandando.
O presidente prometeu que enviará ofício também ao Secretário Estadual de Segurança Pública, Raimundo Leite, para que este desloque para Castelo um delegado de entorpecentes para fazer uma investigação no município. JR citou ainda que o usuário Élder é uma vítima e que o verdadeiro criminoso é o traficante.