
Fazendo uma análise longa e minuciosa sobre as manifestações de preconceito de celebridades sobre estados brasileiros e sobre o próprio Brasil, venho hoje neste blog tentar passar aos leitores um pouco desta reflexão. É claro que não vai eliminar o preconceito da nossa mente e da nossa cultura, mas ao menos, nos fará pensar melhor antes de criarmos certos esteriótipos. Como vocês sabem, sou do Rio e moro no Piauí desde 2007 e hoje eu entendo como os piauienses se sentem quando se fala algo equivocado sobre o Piauí. Mas, piauienses, não morram de raiva, não é só do Piauí que falam mal não. Há pouco tempo atrás, um integrante da banda Restart afirmou que não sabia se no Amazonas havia pessoas, havia civilização. Silvester Stallone detonou o Brasil depois de gravar seu filme em nosso solo. Bem, antes de criticarmos estas pessoas que falam mal da nossa terra, Brasil, Piauí, Amazonas,etc, vamos levar em consideração alguns fatores:
1) Por que nós mesmos somos preconceituosos,mas só julgamos quando alguém o é e não nós mesmos? Quer exemplos?
"Gaúcho é tudo gay, Paulista é tudo marrento, Carioca é tudo malandro, Mineiro é tudo caipira, Nordestino é tudo pobre, Africano é tudo morto de fome, No Paraguay é tudo falsificado, Português é tudo burro, Se você for ao Rio, vai levar um tiro etc etc etc. Eu poderia citar aqui muito mais exemplos, mas creio que estes já sejam suficientes. Temos o PÉSSIMO hábito de julgar estados, povos, pessoas pelo que a mídia apresenta mas infelizmente, a realidade é bem distante disso. Eu quando cheguei ao Piauí fiquei surpresa com o que vi, surpresa positivamente, pois como devem imaginar, nós do Sudeste e do Sul criamos uma imagem distorcida do Nordeste, graças à mídia televisiva que só coloca empregadas domésticas nordestinas, pessoas nordestinas em novelas falando errado, ou então, matérias do Nordeste que só mostra pobreza e nós sabemos que isso está muito longe da realidade do Nordeste. Por outro lado, já ouvi vários piauienses dizendo que não têm vontade de visitar o Rio porque vão ser assaltados ou levar uma bala perdida. Bem, eu morei lá por 22 anos e nunca fui assaltada, e quanto à bala perdida, ainda estou aqui sã e salva. Viram como o preconceito parte também da nossa parte? Façamos uma reflexão sobre o que nós pensamos sobre os outros, para depois julgarmos o que os outros pensam de nós.
2) Um outro fator a ser considerado é a imagem que nós passamos aos outros, de modo a eles confirmarem os esteriótipos outrora criados. Por que será que o Stallone acha que o Brasil é tão violento a ponto de as pessoas estarem acostumadas a bombas que explodam tudo? Será que é porque os filmes que têm repercussão internacional são Tropa de Elite, Cidade de Deus, Carandiru...? Que imagem queremos que ele tenha? Por que será que as mulheres brasileiras são vistas todas como prostitutas? Será que é porque elas esperam as autoridades internacionais no aeroporto semi-nuas prontas para um programa? Será que é porque o funk, a bunda, o sexo é só o que se promove culturalmente no Brasil nos nossos dias? Não estou defendendo o Stallone, ele foi muito infeliz no seu comentário, mesmo que ele pensasse isso, deveria ficar apenas pensando, pois é uma pessoa pública, mas será que não tem um fundo de verdade na imagem criada pelos outros sobre nós mesmos?
Nós, brasileiros, não aceitamos críticas e vivemos no "fantástico mundo de Bob". Tudo que falam mal do nosso país e do nosso estado já ficamos com raiva e fazemos rebeliões em vez de tentarmos usar tais críticas para melhorarmos como pessoas e como nação.
Como diz Gabriel, o Pensador "Racismo é burrice", mas ele disse também :
Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro

RIO - A canção de Adriana Calcanhoto nos ensinou que os cariocas são bonitos, dourados e não gostam de dias nublados. Mas de que eles gostam, afinal? Que cerveja, shopping, carro e supermercado, por exemplo, moram no coração de quem vive no Rio de Janeiro? A resposta está na próximas páginas, nas quais serão apresentados os resultados da pesquisa "Marcas dos cariocas", levantamento encomendado pelo GLOBO ao Grupo Troiano de Branding.
Para a diretora executiva do GLOBO, Sandra Sanches, a forte ligação que o jornal tem com o Rio e com os cariocas justifica a pesquisa:
- O GLOBO tem uma ligação histórica com o Rio de Janeiro e um compromisso diário com seus habitantes. Essa pesquisa é mais uma oportunidade de aprofundar o conhecimento dos consumidores cariocas. Com o levantamento, traçamos um panorama do consumidor, ao mesmo tempo em que contribuímos para que os anunciantes saibam mais sobre o que os cariocas pensam de suas marcas e produtos.
A pesquisa "Marcas dos cariocas" contemplou 29 categorias, das quais 26 categorias de negócios e três especiais: "Marcas com a cara do Rio", "Marcas com a cara da praia" e "Marcas com a cara do fim de semana". Ao todo, o levantamento revelou 26 empresas vencedoras, uma vez que três delas alcançaram o primeiro lugar em duas categorias.
O estudo foi realizado entre os meses de setembro e outubro de 2010, em duas fases. Na primeira, foram realizadas 2.107 entrevistas via questionário online, com o objetivo de identificar as marcas dentro de cada categoria. Todas foram citadas espontaneamente, sem qualquer estímulo escrito ou visual.
As marcas que seguiram para a segunda fase foram identificadas pelo número de citações obtidas na primeira rodada. Na segunda fase, também via questionário online, foram realizadas 2.300 entrevistas e cada marca foi avaliada por meio de seis dimensões: Qualidade; Preço; Respeito; Identidade; Evolução; e Preferência. Nestas páginas, apresentamos os quadros com os vencedores das 29 categorias. A colocação reflete a pontuação obtida por cada marca nas seis dimensões, ponderada pela importância de cada um desses seis atributos (pela metodologia aplicada, o peso de cada um deles foi determinado pelos entrevistados).
- A pesquisa "Marcas dos cariocas" é uma forte manifestação do compromisso do GLOBO com quem vive no Rio. Conhecer as marcas que fazem o coração do carioca bater mais forte é um passo importante para entender, ainda mais, essas pessoas. E, com isso, oferecer conteúdos cada vez mais relevantes para todos - diz Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding.
O diretor comercial da Infoglobo, Mário Rigon, destaca que a pesquisa reconhece os bons trabalhos que as marcas vêm realizando no mercado do Rio. Ele afirma, ainda, que sua realização anual tende a transformá-la num indicador de acompanhamento de investimento dos anunciantes:
- Um grande valor que o GLOBO tem para os anunciantes é o profundo conhecimento do carioca. Seu comportamento, seus hábitos de consumo e seu poder de compra. Essa nova pesquisa será mais uma importante opção que entregaremos ao mercado publicitário, para ajudá-lo a direcionar suas ações de marketing voltadas a esses consumidores.
Veja as marcas por setor:
A CARA DO RIO
Kibon
Havaianas
Coca-Cola
Porcão
Matte Leão
Biscoito Globo
Skol
Antarctica
Osklen
Brahma
A CARA DO FIM DE SEMANA
Kibon
Coca-Cola
Sadia
Havaianas
Cinemark
Perdigão
McDonald's
Antarctica
Skol
Brahma
A CARA DA PRAIA
Havaianas
Kibon
Sundown
Nivea
Matte Leão
Skol
Biscoito Globo
Coppertone
Bumbum
Banco de Areia
ALIMENTOS
Nestlé
Sadia
Perdigão
Bauducco
Piraquê
TECNOLOGIA
Sony
HP
Samsung
Dell
Microsoft
AUTOMÓVEIS
Volkswagen
Fiat
Honda
Toyota
GM
BANCOS
Itaú Unibanco
Banco do Brasil
Bradesco
Santander
Caixa Econômica
BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS
Coca-Cola
Ades
Del Valle
Guaraná Antarctica
Matte Leão
SHOPPING CENTER
BarraShopping
Rio Sul
Norte Shopping
Shopping Nova América
Plaza Shopping
ELETROELETRÔNICOS
Sony
Philips
Samsung
LG
Panasonic
CARTÃO DE CRÉDITO
Visa
Mastercard
American Express
Credicard
Diners
CERVEJA
Skol
Antarctica
Bohemia
Brahma
Itaipava
COMPANHIAS AÉREAS
TAM
Gol
American Airlines
Air France
Varig
COSMÉTICOS
Natura
O Boticário
Avon
Victoria's Secret
L'Oreal
ELETRODOMÉSTICOS
Brastemp
Samsung
Electrolux
Philips
LG
ESCOLAS DE IDIOMAS
CCAA
Cultura Inglesa
Brasas
Aliança Francesa
Ibeu
FARMÁCIAS E DROGARIAS
Pacheco
Vita
Drogasmil
Farmalife
Venâncio
FAST FOOD E LANCHONETES
McDonald's
Parmê
Bob's
Rei do Mate
Habib's
HIGIENE PESSOAL
Johnson & Johnson
Dove
Oral B
Colgate
Nivea
OPERADORA DE CELULAR
Vivo
Nextel
Oi
Claro
TIM
UNIVERSIDADES
PUC
UFRJ
UERJ
UFF
Estácio de Sá
POSTOS DE COMBUSTÍVEL
BR
Shell
Ipiranga
Esso
Texaco
CLÍNICAS E HOSPITAIS
Grupo D'Or
São José
Perinatal
São Vicente
Samaritano
LOJAS DE MÓVEIS
Tok&Stok
Todeschini
Ponto Frio
Casas Bahia
Toque a Campainha
SUPER E HIPERMERCADOS
Guanabara
Carrefour
Walmart
Prezunic
Extra
PLANOS DE SAÚDE
Unimed
Bradesco Saúde
Amil
SulAmérica
Golden Cross
MODA
Nike
Adidas
Taco
Levi's
Leader
ARTIGOS ESPORTIVOS
Nike
Adidas
Olympikus
Reebok
Rainha
LIMPEZA DA CASA
Omo
Bombril
Veja
Ypê
Ariel
Bruce Willis é o protagonista da nova campanha da CCAA, elaborada pela NBS. O ator, um dos mais requisitados e bem sucedidos para filmes de ação em Hollywood, está presente no comercial da rede de idiomas, filmado em Los Angeles e produzido pela Killers, assim como em anúncios, spot, mídia exterior, mala direta e material de ponto de venda, todos carregando o mote: “Ou você se garante ou a língua derruba você”.
O comercial mostra dois garotos algemados dentro de um avião de carga, quando, de dentro da cabine, surge Willis lutando com um vilão, que no caso é o piloto. Mesmo em combate, o ator consegue jogar a chave que liberta os jovens, aponta o pára-quedas e diz o nome do equipamento em inglês: “parachute!”.
Sem grandes conhecimentos da língua, os jovens “chutam” as mochilas para fora do avião. Quando Willis derruba seu oponente, ajusta seu próprio pára-quedas e salta, deixando os rapazes sem reação.
Quem visitar Nova York em 2011 sentirá a mesma decepção daqueles que foram ao Rio de Janeiro no primeiro semestre de 2010 e deram de cara com um Cristo Redentor envolto de andaimes e armações metálicas. O símbolo da cidade norte-americana, a Estátua da Liberdade, passará por uma reforma importante durante doze meses. A partir do dia 12 de outubro, data em que a estátua completa 135 anos, os turistas não terão mais acesso à sua coroa, base e pedestal. As mudanças focam no reforço da segurança, com a construção de mais escadas à prova de incêndios, saídas e elevadores.

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