
A Toxina Botulínica tipo A é produzida pela bactéria Clostridium Botulinium. Quando usada em quantias mínimas, tem uma potente ação sobre a hiperatividade muscular.

Quando injetado em músculos selecionados da face, age bloqueando os impulsos nervosos e enfraquecendo esses músculos (que causam as linhas da testa e que contribuem para os chamados pés-de-galinha), três dias após a aplicação, linhas e marcas começam a esmaecer e, com freqüência, desaparecem por completo.
O enfraquecimento muscular permanecerá por cerca de 4 a 6 meses, quando novo tratamento far-se-á necessário. Estudos atuais mostram que, após 3 aplicações com intervalo de 6 meses, o resultado obtido pode manter-se por um período maior.
O tratamento com BOTOX® é seguro?
As injeções de Toxina Botulínica em doenças neurológicas e oftalmológicas são utilizados com sucesso e segurança. Esse perfil de segurança e eficácia tornaram-se um dos agentes prediletos e de maior uso na reversão dos sinais mínimos de envelhecimento.
Como é feita a aplicação?
Doses muito pequenas de BOTOX®, são injetadas com muita precisão, utilizando-se uma micro-agulha. A dor associada com a injeção é mínima e pode-se retornar normalmente às atividades do dia-a-dia.
Fonte: LODE - Oftalmoclínica
O que era para ser o começo de uma nova vida para a estudante de direito Jessica Vinhola, de 18 anos, virou um tormento. A jovem sofre desde pequena de uma doença que atinge as duas córneas. Há dois anos, submeteu-se a uma cirurgia a laser e passou a ter 80% da visão do olho direito. Para resolver o problema no olho esquerdo, o transplante era a única saída. Depois de um ano de espera na fila, a operação foi realizada na quinta-feira (17), no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Quando acordou, veio a decepção: a cirurgia foi feita no olho errado.
O hospital abriu investigação para apurar as causas da falha e se comprometeu a buscar as soluções para que seja realizado o transplante no olho correto.
Fonte: G1

O hábito de passar horas frente ao computador leva as pessoas a piscar
menos do que o ideal, o que acarreta falta de lubrificação dos olhos e,
consequentemente, queixas de desconforto ocular como cansaço visual, olho
seco e visão turva.

A Síndrome do Computador leva seu portador a queixar-se de cansaço visual,
olho seco, visão turva e astenopia (dor e irritação). No consultório,
alerta Canrobert, não raro, é confundido e diagnosticado como presbiopia,
erro refrativo ou hipermetropia latente, que apesar da semelhança dos
relatos, devem ser descartados.
*Dica*
Canrobert Oliveira aconselha seguir a risca uma receita simples e eficiente
para evitar a Síndrome do Computador: para cada 50 minutos de atividade em
frente ao computador, pare por três minutos, aproxime-se de uma janela e
olhe para longe.
Assim, a musculatura intrínseca do olho (ciliar) descansa e exerce sua
função fisiológica adequadamente.
Fonte: HOB -Hospital de Olhos de Brasilia
Bem, uma caminhada eventual, por 15 minutos, não apresenta nenhum perigo ocular.
Mas, se você for correr por mais tempo e com frequência deve se preocupar com a proteção dos olhos.
A primeira coisa a se fazer é usar óculos escuros com proteção dos raios UVA e UVB. ë bastante arriscado usar óculos de vendas ambulantes, pois não há como comprovar que as lentes possuem o filtro protetor.
Por isso, adquira óculos com selo de garantia de proteção aos raios UV, com lentes na cor marrom, verde, fume ou outra, que achar melhor. É recomendado também o uso de boné ou chapéu e de fita na testa para evitar que o suor escorra e entre nos olhos, o que causa irritação.
Fonte: Regina Carvalho e Newton Kara José



O termo foi criado por José Augusto Minarelli, no fim dos anos 1990. Remete à capacidade de um profissional estar empregado; muito mais do que isso, à capacidade de o profissional ter a sua carreira protegida dos riscos inerentes ao mercado de trabalho.

Atualmente, é cada vez mais comum encontrar pessoas com alguma deficiência exercendo atividades nas mais variadas áreas. No mundo empresarial, a cada ano fica mais fácil perceber que a presença de uma deficiência não é impedimento para exercer muitas funções.
O trabalho faz parte da vida, e não é diferente para portadores de deficiência visual. Historicamente, essas pessoas sempre foram marginalizadas, mas recentemente, por meio do acesso ao trabalho, busca-se a diminuição da exclusão social desse grupo, o aumento da participação política, o crescimento de sua autoestima, autonomia e independência como cidadão.
Isso graças ao sistema braile e ao trabalho e dedicação da saudosa Dorila Nowill, pedagoga, deficiente visual, mãe e criadora da fundação que leva seu nome e presta um relevante trabalho a sociedade brasileira.
Fonte: Fundação Dorila Nowill

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