Homepage
RSS
Twitter

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Busca
publicidade

Atriz brasileira em cartaz com Sylvester Stallone e o brasileiro Nosso Lar

sexta, 03 de setembro de 2010 • 09:38
Confira a programação de hoje para os cinemas. Em cartaz o filme brasileiro, “Nosso Lar”, dando continuidade aos lançamentos do centenário de Chico Xavier. Também em exibição nos cinemas, o novo filme de Sylvester Stallone, com imagens gravadas no Brasil e com a atriz Giselle Itié, um legítimo filme de ação. Veja as críticas e programações dos filmes em cartaz.

Teresina Shopping


Dando continuidade aos lançamentos cinematográficos que abordam a vida e a obra do famoso médium brasileiro Chico Xavier no ano de seu centenário, “Nosso Lar” utiliza a experiência espiritual do médico André Luiz para mostrar, de forma bem detalhada, parte da estrutura espírita e toda sua complexidade dentro de “planos” em que situam-se. Além de mostrar visualmente a estrutura do “Lar” dos espíritos, o filme explica também como funciona o tempo, como os sentimentos são julgados, enfatiza os outros planos existentes, mostra como é a evolução, fala da reencarnação e até como eles conseguem o contato com a Terra. É neste momento em que se sugere a existência de um médium bastante requisitado.

Inicialmente, o que mais chama a atenção são os efeitos visuais, e eles estão em quase toda a obra. Produzidos em grande parte no Canadá, em determinados momentos, eles funcionam muito bem. A imagem do médico caminhando no plano dos suicidas é de um visual surreal e extremamente apropriada para a cena, sendo um marco para o cinema nacional.

A direção e roteiro do longa ficou a cargo de Wagner de Assis, que teve a ideia da adaptação há cinco anos. E tanto empenho para a realização da obra pode ser visto em seu trabalho principalmente como diretor. Ângulos inteligentes, sequencias bem trabalhadas e um clima propício para a temática. Tudo isso é fruto de um longo trabalho cuidadosamente pensado, já que se trata de um tema que envolve um sentimento de milhares de pessoas. Como o próprio diretor diz, o filme faz pensar e refletir sobre as origens.

O elenco, diferente de “Chico Xavier – O Filme”, tem poucos nomes conhecidos. Os mais lembrados são os de Ana Rosa, Paulo Goulart, Othon Bastos e Wagner Schünemann. No entanto, o maior destaque não é nenhum deles. O intérprete principal é Renato Prieto, que se preparou durante seis meses e mostrou êxito no longa. Na pele do médico André Luiz, ele demonstra em todas as fases do personagem uma importante verdade que muito acrescenta à trama. Dúvidas, raivas, culpa, arrependimento, até a evolução dentro do plano, tudo é desenvolvido com competência pelo ator. Outro que também faz bonito é Fernando Alves Pinto na pele de Lísias. Suas explicações servem não apenas para o recém chegado, mas também para o público cheio de dúvidas. A missão foi bem realizada pelo rapaz.

A trilha sonora composta totalmente por Philip Glass apresenta uma emoção no nível certo. Sua vibração consegue efeito até onde não tem, como nas cenas apenas de paisagem. Ela toca com sua suavidade que se complementa com a grande complexidade do tema. O som do piano exerce diversas funções na mesma sequência. Ele faz uma comunicação entre o pai e a filha, emociona os personagens e o espectador, denota um clima nostálgico e realça até a fotografia da cena. Um trabalho excelente de quem sente e percebe o clima antes de executar o seu trabalho.

“Nosso Lar” merece ser visto não apenas pela temática abordada, já que o roteiro não consegue fugir do comum, mas pelo seu bom trabalho de produção que não deixou escapar nada. Com efeitos visuais bem interessantes aos olhos nacionais e um conjunto que se complementa, o filme é uma boa surpresa ao espírito do cinema nacional.

Veja o trailler do filme:


Os brucutus voltaram. Ou será que eles nunca se foram? Senta que lá vem história: nos anos 80, durante a era belicista e republicana de Ronald Reagan, a marca mais popular e representativa do cinema comercial norte-americano, não por acaso, era a truculência. Foi o auge de Chuck Norris, Van Damme, Stallone, Steven Seagal, Schwarzenegger, Dolph Lundgren e outros menos bombados. Eram filmes de direita que serviam a uma administração de direita. Tudo muito coerente num país que sempre soube muito bem como utilizar a força de seu cinema para finalidades políticas.

Muito napalm passou por debaixo da ponte, os tempos mudaram, e hoje os EUA são capitaneados pelo democrata Obama, mais liberal que a grande maioria de seus antecessores. Não se justificaria mais, portanto, aquele tipo de cinema truculento.

Assim, causou estranheza a divulgação do projeto Os Mercenários, dirigido e interpretado por Sylvester Stallone, com as participações de ninguém menos que Dolph Lundgren, o eterno duro de matar Bruce Willis, e até uma aparição especial de Schwarzenegger. Isso sem mencionar que Steven Seagal, Van Damme e Wesley Snipes, convidados para o elenco, não puderam participar, por diferentes razões. E mais: a trama, também co-escrita por Stallone, enfocaria um grupo de violentos mercenários pagos para libertar um pequeno país latino de um terrível ditador. Os anos 80 estariam de volta? Seria o retorno do filme brucutu? Esta era a primeira impressão. Impressão que, felizmente, não se confirma: Os Mercenários é, antes de mais nada, uma baita diversão sem nenhuma pretensão oitentista de ostentar mensagens de direita.

O grande mérito do filme é que ele não se leva a sério. Diálogos bem humorados e personagens divertidos passam o tempo todo se auto-parodiando, fazendo humor a partir dos próprios clichês que eles mesmos ajudaram a criar décadas atrás. Em determinados momentos, chega a lembrar o engraçadíssimo Trovão Tropical.

Barney (Stallone) comanda o grupo The Expendables, cuja tradução mais apropriada seria “Os Dispensáveis”, ou mesmo “Os Descartáveis”, mas que a distribuidora brasileira preferiu traduzir como Os Mercenários. São brutamontes sem pátria, altamente especializados em resolver grandes intrigas internacionais na base da pancadaria, cobrando pouco e perguntando menos ainda. Certo dia o misterioso Church (Bruce Willis) contrata o grupo para derrubar do poder de uma republiqueta latina o temível General Garza (David Zayas), ditador tão totalitário que até a bandeira do seu país tem a estampa do seu rosto.

Barney e alguns de seus homens vão até o lugar, fazem um bom estrago, mas percebem que a missão seria difícil demais. Decidem não aceitá-la. Porém, em sua curtíssima estada no país de Garza, Barney se apaixona pela bela revolucionária Sandra, interpretada pela nossa conhecida Giselle Itié, atriz brasileira nascida no México, em papel de grande destaque (embora seu nome só apareça em nono lugar, nos créditos iniciais).

Assim, os “Descartáveis” acabam aceitando a missão, não por dinheiro, muito menos por algum tipo de convicção política, mas sim pelo amor de Barney por Sandra, e pela lealdade de seus companheiros, que não deixam o líder sozinho, na mão. Trata-se de outro diferencial que Os Mercenários apresenta em relação aos filmes dos anos 80: naquela época, a motivação por amor e por lealdade seria mal vista pelos olhares republicanos que norteavam aquelas produções onde explodir e destruir era imprescindível.

Não que não haja explosões e destruições em Os Mercenários. Muito pelo contrário. Mas aqui o arrancar de cabeças é desproporcionalmente violento e estilizado, propositalmente com um pé na paródia.

Além de Giselle Itié, outro ponto de contato do filme com o Brasil são as locações realizadas no Rio de Janeiro, que em várias cenas serviu como o cenário ideal para representar o fictício país dominado por Garza.

É bom ver atores veteranos como Stallone, Eric Roberts e Mickey Rourke curtindo representar estereótipos daquilo que eles próprios foram no passado. Rir de si próprio é uma das mensagens mais divertidas deste alto astral Os Mercenários.

Veja o trailler do filme:

Teresina Shopping
Programação de 03 a 09 de setembro
Título Gênero Classificação Indicativa Duração Horário(s) Direção Elenco
O Último Mestre do Ar Aventura Inadequado para Menores de 10 anos - Dub 1:43h 14:30 - 16:40 - 18:50 - 21:00 M. Night Shyamalan Noah Ringer - Nicole Peltz - Jackson Rathbone
             
karatê Kid Aventura Inadequado para Menores de 10 anos - Dub 2:20h 15:00 - 18:10 - 21:00 Harald Zwart Jackie Chan  e Jade Smith (filho de Will Smith)
             
A Origem Ficção Cientifica Inadequado para Menores de 14 anos  - Leg 2:28h 15:10 - 18:10 - 21:10 Christopher Nolan Leonardo DiCaprio - Michael Caine - Marion Cotillard
             
Nosso Lar Drama Inadequado para Menores de 10 anos - Nac. 1:54h 14:10 - 16:30 - 18:50 - 21:10 Wagner de Assis Renato Prieto - Othon Bastos - Rosanne Mulholland
             
Os Mercenários Ação Inadequado para Menores de 16 anos - Leg 1:46h 14:50 - 17:00 - 19:10 - 21:20 Sylvester Stallone Sylvester Stallone - Jet Li - Dolph Lundgren - Mickey Rourke

Cinemas Palácio (Shopping Riverside)
Programação de 03 a 09 de setembro
Título Gênero Classificação Indicativa Duração Horário(s) Direção Elenco
Meu Malvado Favorito Animação Livre para Todos os Públicos - Dub 1:35h 16:20 - 18:20 Pierre Coffin e Chris Renaud  
400 Contra 1 - A História do Comando Vermelho Drama Inadequado para Menores de 16 anos - Nac. 1:38h 20:30 Caco Souza Daniel de Oliveira - Daniela Escobar - Jonathan Azevedo
             
O Bem Amado Comédia Inadequado para Menores de 12 anos - Nac. 1:50h 16:10 - 18:30 - 20:40 Guel Arraes Marco Nanini - José Wilker - Caio Blat - Maria Flor
             
Salt Policial Inadequado para Menores de 14 anos - Leg 1:41h 16:30 - 18:40 - 20:50 Phillip Noyce Angelina Jolie - Liev Schreiber - Chiwetel Ejiofor - Kevin O'Donnell
  • Comentários

  • Facebook

COMENTE

Seja o primeiro a comentar

Últimas Notícias
próximo anterior veja mais notícias
COMPARTILHE COM AMIGOS
ENVIE SEU COMENTÃRIO

Os comentários feitos por leitores são de inteira responsabilidade de seus autores.
O Portal AZ não responde pelo conteúdo postado nesse espaço.

portal az - Informação de Verdade
Todos os direitos reservados © 2000 - 2010